sábado, 18 de julho de 2009

17.07


17.07
Hoje foi um dia de Shopping !!
Agora na França antes das férias muitas coisas nas lojas são em saldas , junto com os amigos íamos por todo o dia num grande centre comercial J pra fazer as compras !!!!!!!
Amanha 18.07, vou encontrar meus amigos com quem vivia antes , eles são já casados tinhas as crianças ...
Eles são libanês, amanha a noite vamos preparar junto um jantar oriental , tudo da cozinha árabe!!!!
Mais importante do prato são as pessoas que vão encontrar ,alguns deles não encontrai da 6 anos !

Teve um compromisso no centre da documentação sobre a Arca , achei muitos livros, muitos artigos sobre a espiritualidade das pessoas portadores de doença mental , já tenho quase tudo pra escrever meu trabalho escrito no fim dos estudos !
Na minha comunidade muitas coisas mudaram , os lares o onde vivia ficaram reconstruídos, porque segundo as varias normas os lares não podiam ficar como antes ,cada pessoa com doença mental segundo a lei na Europa ,deve possuir um quarto dos 17m2 junto com um banheiro .

Por isso as casas foram reconstruídas , ficam maiores.
O lar a onde vivia antes não existe mais, neste lugar fica a direção , e vários serviços.
16.07
Já terminei de fazer o scanner dos documentos que precisava logo vou fazer o Xerox dos outros documentos .
Hoje decidi de fazer o almoço pelos amigos, no lar a onde fico preparei o almoço ,foi muito bom, fiquei contente porque todos são vivos ainda isto prova que não esqueci ainda como precisa preparar o almoço na França , rsrsrsr

15.07


Um dia cheio das surpresas!
Minha amiga preparou um almoço e convidou 8 pessoas com quem trabalhei antes !
Foi um momento memorável! Encontrar as pessoas que não encontrei da 6 anos !

13.07


Antes de viajar pela França eu devi acordar as 5 horas da madrugada .... foi horrível !
Mas precisava tomar o ônibus da minha cidade até Cracovia pra tomar o avião as 14h50 .
Tomei o ônibus as 6h40 e cheguei em Cracovia as 9h30 , depois visitei o centro da cidade tomei um grande café ( como sempre sem açúcar e com um pouquinho de leite J
Depois disso já podia funcionar normalmente , tomei um ônibus pelo aeroporto e esperei meu vôo pela França.
Quando cheguei no aeroporto de Paris ,sentia que já cheguei na minha terra , na segunda pátria !
De repente tomei um cafezinho !
Tomei um metro ate a estação e depois 30 minutos tomei um trem até Compiegne , uma grande cidade a onde fica a comunidade .
Minha amiga chegou na estação pra me buscar.

noticias 12.07

Queridos amigos
Ainda poucos dias e vou encontrar meus irmãos da Arca (Comunidade a onde passei quase 8 anos da minha vida ), um lugar mágico a onde o evangelho esta muito presente na vida de cada dia .
No dia 13 .07 vou tomar o avião da Polônia até Paris ( Aeroporto Orly Sud ) ,depois devo tomar metropolitana pra chegar ate a estação que fica no norte de Paris e ai tenho que tomar o trem ate Compiègne ,uma grande cidade que fica perto da comunidade .
A ultima vez quando visitei meus amigos foi no ano 2006, dois anos depois de chegar na Roma , e antes de viajar pelo Brasil.
Três anos depois vou voltar no lugar que è muito perto do meu coração....
Três anos ....
Muitos amigos não são mais junto conosco, quando fiquei no Brasil alguns deles foram chamados na casa do Pai... e não foi possível de despedir ....

domingo, 12 de julho de 2009

sexta-feira, 10 de julho de 2009

noticias

hoje estou num lan hause ( nao sei se isto se escreve assim - e um lugar a onde fica o interet )
hoje a noite vou na casa da mina familia e depois de 3 dias vou voltar na casa dos meus pais e na 2 feira vou viajar pela Franca !
10 dias na comunidade junto com meus amigos com doenca mental !
vou tentar de escrever de vez in quanto quando vou ficar na Franca !
queridos meus amigos
um abraco carinhoso e ate mais !
ro

sábado, 4 de julho de 2009

noticias

Bom dia queridos amigos
Agora estou na casa dos meus pais na Polonia um tempo de descanso ,acho que precisava disso.
Depois das provas na faculdade fiquei muito cansado , o tempo fora não ajudou também, cada dia 33 o 35 °C ,horrível .... pra estudar .
Como já escrevi antes estou na casa dos meus pais ate o dia 13.07 ,
O dia 13.07 vou voar na França pra encontrar meus amigos da Comunidade Arche de Jean Vanier .
A permanência na França vai me ajudar pra buscar os documentos pelo trabalho escrito no fim da teologia , estou pensando de escrever sobre a espiritualidade das pessoas portadores de doença mental .
Pensei de passar um dia em Paris , a cidade que gosto muito,ache que as vezes Paris e mais perto do meu coração que Roma .
Já passei as provas na faculdade 5 provas com a media dos votos 9,10/10 ,deixei pelo mês de outubro 2 provas que vou passar logo no inicio do mês de outubro ( na Italia a sessão das provas começa no mês de junho e dura ate 15 de outubro.
Minha mãe chegou na Italia , passou uma semana junto comigo mas a temperatura foi muito alta e ela ficou muito cansada por causa disso . no fim foi muito contenta e eu também .
Estou na casa sem internet e de vez in quando vou na casa dos amigos pra verificar meu correio eletrônico , pode escrever com tranqüilidade vou responder ,Certo !
Um abraço carinhoso pra todos esperando as noticias de voces !
Roland

sábado, 13 de junho de 2009

ainda uma prova ......




Boa noite pra todos

Roma 13.06.2009
Queridos amigos
Agora estou na frente do meu computador tentando de escrever algo pra vocês,
A temperatura no meu quarto chegou até 32 ° C, tenho impressão que fico sentado num fogão !
Muito quente , quase insuportável !
Ainda uma prova , no dia 17 .06 ( 4 feira )
Já passei :
1.06.2009 - Os atos dos apóstolos- não conheço a nota mas sei que è positivo ( na Itália quando o professor não diga nada isto quer dizer que a nota è mais de 7 / 10 ) .
1.06-2009 – a introdução na Sagrada escritura 9.50/10
2.06 .2009 – a teologia pastoral – 9.50/10
4.06.2009 – a teologia moral – 10/10
12.06.2009- a liturgia - não conheço a nota mas sei que è positivo
Estou cansado , por causa do calor, e o estresse !!!!
Não tenho tempo pra fazer qualquer outra coisa, não me lembro quando assisti a TV CN !!!! ( o escândalo ! ) mas è assim !
Ainda 3 dias do purgatório !!! rsrsrsrs e vamos ver,
Mas se não conseguir sempre posso passar a segunda vez no mês do outubro !
Quando eu passar toas as provas vou escrever mais , um abraçao pra todos
NOTA :
Já 4 meses que estou esperando os CD’s do retiro ,
Abraçao pra todos !
Ro

quinta-feira, 4 de junho de 2009

telenovela " As Provas de Roland ..."



Bom dia meus queridos
A vida segue seu rumo .....
Mais uma folha em branco , mais um dia .....
Hoje passei a prova da teologia moral , foi muito bom , interessante ,com muita calma . acho que cada dia fico menos nervoso ( não è uma coisa normal ! porque Roland fica sempre agitado rsrsrsrsr ) mais è assim e Graças a Deus que continua assim .
Hoje depois da prova voltei pra casa e depois de almoço dormi , 3 horas !!!!
O cérebro precisava descansar antes de receber novas coisas pela prova da liturgia que vai acontecer no dia 12.06 ( neste dia em Conchas vai ter como cada mês a missa de NS de Aparecida) espero que ela vai me ajudar neste dia
A ultima prova vai acontecer no dia 17.06 – os Sacramentos e depois estou de férias !!!!!! enfim vou poder ler as coisas que não são ligadas como estudo !!!!
Só isso ..
Um grande beijão pra todos !
Roland

terça-feira, 2 de junho de 2009

as provas na faculdade



na 2 feira passei 2 provas : a introduçao a sagra escritura e os atos dos apostolos
e hoje a teologia pastoral , hoje recebi 9.50/10 , nao congeco ainda os votos das provas da 2 feira mas sei que foram positivos
abraçao pra todos
Ro
na 5 feira a prova da teologia moral

sexta-feira, 10 de abril de 2009

obrigado ....


Prezados amigos

Agora voltei na casa depois da veneração da Santa Cruz na nossa igreja , abri o meu email e vejo que tenho muitos recados ...

Fiquei muito feliz que Deus mi deu muitos amigos que mesmo longe de mim se lembram de mim

Muito obrigado

g

quarta-feira, 8 de abril de 2009

meditando sobre a cruz ...



Cheguei depois da via sagrada que foi feita no bairro nosso e gostaria partilhar com vocês algumas minhas reflexões sobre a cruz ...

A cruz ....

No antigo testamento encontramos a “figura da cruz” na sarça ardente que fica cheio do fogo, do fogo da presença de Deus , e também na figueira por baixo dela fica o adubo e graças a este adubo a figueira pode produzir a fruta .... a sarça ardente e a figueira representam as figuras da cruz .... a cruz de Jesus , a cruz da morte è uma arvore morta sem folhas, sem frutos .

Uma arvore muito seca a por dentro dela não devia ser a vida, è um pedaço de madeira sem vida ...

Não è possível que este pedaço de madeira poderia dar a vida, como a sarça ardente mesmo sem vida , seca, a cruz è cheia do fogo , do fogo do amor de Deus, o fogo da presença de Deus .

A cruz poderia ser comparada com a figueira , por baixo daquela figueira fica o adubo , e por baixo da cruz fica o adubo dos nossos pecados.

Mesmo a presença dos pecados no mondo , Deus conseguiu transformá-los em flores, em frutos através o perdão dos nossos pecados.

Jesus morreu na cruz a onde ficou muito adubo composto dos pecados e neste mesmo lugar podemos ver o fogo da misericórdia divina. Deus sabe amar o maior pecador, mas no mesmo tempo mesmo um pequeno pecado afasta nos de Deus. Jesus morreu na cruz , a cruz mesma e pelos cristãos è o lugar da penitencia , o sinal do perdão , a cruz não somente mostra pra nos o amor de Deus mas também mostra a vida dos homens , a vida destruída pelo pecado. Através a cruz podemos ver o maior amor de Deus pelos homens e também podemos ver como o ser humano è corrompido. Destruído pelo pecado . Da pra ver o fogo de amor divino que não se afaste de ninguém , mesmo da uma alma corrompida, destruída pelo pecado , pelo mal, e podemos ver o homem quem ergueu a Mao contra Deus .

Ele com as suas mãos colocou o com os pregos na cruz . o homem tentou de destruir Deus colocando- o na cruz, e através esta cruz Deus mostra seu amor por nos, mostrando suas mãos cheias de sangue , de sangue redentor .

Na Bíblia podemos ver quando o Pedro que falou aos hebreus, 50 dias depois dizendo vocês colocavam na cruz o homem quem foi eleito segundo a vontade de Deus, vocês matavam-no!

Alguns dos hebreus sentiam o sentimento de culpa ouvindo as palavras do Pedro , neste lugar ficava mais o menos 3.000 homens no mente deles chegou a idéia que eles matavam um homem quem foi sem culpa, sem pecado .... os olhos deles ficavam abertos graças a revelação do Pedro e muitos deles convertiam se neste momento .

Deus fala assim . 700 anos antes da paixão , eu ti gravei nas minhas mãos ... nunca esquecerei de ti ... podemos ler no Isaías, com que coisa pode se gravar algo no corpo ? Com um prego ...? isto foi a profecia , Deus sabia que o homem vai traí-lo, e mesmo sabendo isto ele concordou .... esperou o momento quando a profecia vai ficar comprida. Ele sabendo tudo isto não deixou de amar os homens, e como uma pessoa que vai se casar sabendo que o futuro esposo vai traí-la e sabendo isto casou por amor que teve por outro. Incrível !

Quando os hebreus ouviram o que dizia o Pedro eles não sabiam o que fazer, Pedro sugeriu a penitencia como a mudança do comportamento deles. A mudança do coração deles.

No baixo da cruz todos somos iguais, não tem diferencia nenhuma, ninguém pode pensar eu mais pequeno pecador que o outro ... todos somos iguais . a cruz faz de nos todos iguais, todos dum jeito somos culpáveis da sua morte, da morte de Jesus ... a cruz nos fala : o homem olha pra ti , quem è você, você graças os pecados matou o Deus e dum jeito esta matando o cada vez quando você pecar. Nesta mesma cruz fuça o Cristo quem amou o mundo ate o fim , quem sabe perdoar... na epistola aos gálatas são Paolo fala assim :

Cristo remiu-nos da maldição da lei, fazendo-se por nós maldição, pois está escrito: Maldito todo aquele que é suspenso no madeiro (Dt 21,23).

Boa semana santa pra todos !

domingo, 5 de abril de 2009

o jumentinho

A semana passada mandei este texto aos meus amigos e algum mi sugeriu de colocar isto no blog .


Queridos amigos,
Alguns dias atrás , a minha bíblia abriu se numa pagina e quando comecei ler o trecho que ficou por ai cheguei nas conclusões seguintes que gostaria partilhar com vocês .
Não è uma grande exegese bíblica mas uma pequena minha reflexão
Ainda poucos dias e vamos festejar a Páscoa , o dia da resureiçao de nosso senhor Jesus .
Nestes dias lembramos a paixão do Jesus , lembramos todas as coisas que ele fez para nos , para nossa salvação , lembramos nos do grande dom da salvação que Deus nos deu na pessoa de Jesus , ainda nos, não somos capazes de ver o tamanho deste dom de Deus; mas podemos desde já participar nele através dos sacramentos, a eucaristia . Podemos ver como Deus esta agindo na vida do cada um de nos graças a sua Palavra que ouvimos, que meditamos que rezamos cada dia.
Ele cura cada um de nos de nossas enfermidades internas, das varias doenças ,agindo na nossa vida .
As vezes a nossa vida e semelhante da vida de uma pessoa quem viveu num barracão, num lugar sem nada, sem nenhuma comodidade e um dia algum ofereceu a nos uma casa muito bonita cheia das coisas lindas . A pessoa recebeu um convite pra morar nesta casa, mas a casa foi muito grande, e a pessoa não foi acostumada de viver neste luxo , teve medo ,não sabia o que fazer .
No domingo dos ramos vamos ouvir o evangelho que fala de Jesus que entra na cidade do Jerusalém por cima dum jumentinho .
Jesus mandou dois discípulos numa aldeia pra buscar o jumentinho , a aldeia muito pobre a onde as condições da vida dos homens foram parecidos nas condições dos animais . O nome mesmo Bethania em hebraico quer dizer a casa dos pobres , ele manda dois de seus discípulos pra buscar o jumentinho . O jumentinho foi selvagem , ninguém antes deste dia não usou ele pra viajar não montou por cima dele.
Cada um de nos, e como este jumentinho selvagem , o nosso mundo e como esta aldeia pobre que antigamente foi um monde muito lindo ,mas nos humanos com nossos pecados devastamos este mundo e ele fica de conseqüência uma aldeia pobre. O nosso mundo destruído pelo pecado volta como uma aldeia mundial destruída por nos mesmos. Ele manda dois de seus discípulos pra buscar o jumentinho ....
Quando olhamos a missão de Jesus e dos discípulos podemos ver que cada vez Jesus manda os discípulos pra curar, pra proclamar a boa nova , e esta vez ele manda os dois pra soltar um jumento.. . Soltar um jumento não è uma ação muito difícil , não è ? Podemos imaginar que o Papa Bento manda dois cardeais pra soltar um jumentinho , è a mesma coisa . Esta missão foi muito interessante , sem falar que os discípulos foram já acostumados das varias missões mas esta vez acho que eles não sabiam o que pensar desta situação , mas acreditavam nas palavras do mestre eles iam pra soltar o jumentinho .
Este jumentinho foi amarado na frente duma casa, amarado numa manjedoura a onde foi a comida boa e gostosa ...
Como este jumento foi amarado e devia comer o que estava por ai ,também nos homens ( e mulheres ! ) somos amarados numa manjedoura a onde comemos as coisas que parecem gostosas, o pecado . Ele pobrezinho não podia afastar se desta comida porque foi amarado, e nos também as vezes não podemos ficar longe dos pecados que parecem tão bonitinhos tão gostosos ; ele comeu ,comeu, comeu depois descansou um pouquinho ... comeu de novo porque gostou muito das coisas que foram apresentadas de frente dos seus olhos .
O ser humano também gosta das coisas boas, as vezes o pecado parece lindinho, atraente , interessante e nos também comemos desta manjedoura mas não podemos parar porque ficamos amarados , ligados .... de vez in quando vem o momento da reflexão mas ficando amarados precisa comer a comida que fica na frente ...
A comida que o jumento comeu no estomago dele foi transferida e saiu depois .... a sujeira, nos também no inicio ficamos contentes dos pecadinhos mas eles transformam o nosso interior numa sujeira que vai sair logo o depois ...
Podemos olhar com os olhos da nossa imaginação o jumento que come , depois par atrás dele saia a sujeira, mas ele è amarado não pode mudar do lugar e o que acontece ... ele come transforma e a sujeira esta saindo par atrás dele até a sua barriga e se não fosse os discípulos que o saltam , ele poderia ficar abafado pela sujeira que produziu ..
A mesma situação acontece com cada ser humano, ele aproveita dos pecados ele gosta ele come a vontade até o momento que ele corre um risco que vai ficar abafado pela própria sujeira se ninguém vem pra liberar , saltá-lo .
Jesus manda dois discípulos pra saltar um jumento , è um trabalho muito duro , porque ele gosta desta comida e como sabemos todos um jumento não gosta fazer sempre as coisas que ele não quer fazer , os dois estão pegando o jumento mas ele não quer , ele olha par atrás , olha na direção desta comidinha tão gostosa que ele comeu muitos dias ...
Nos também as vezes ficamos amarados nos pecados que não da pra ver que eles estão destruindo a nossa vida, nos gostamos deles como um burrinho gosta da sua comidinha .... Jesus quer nos ajudar , ele veja a situação naquele ficamos e ele quer nos libertar .
Olhando o texto vejamos que o jumento ficou na frente duma porta, quer dizer que foi isolado .
Não teve nenhuma vida social , ficou sozinho , deixado pelos outros, ninguém quês ficar junto com ele . O pecado faz que o ser humano fica como este jumento, fora da casa , fica do outro lado da porta da casa do Pai . Quando olhamos o trecho podemos ler que as pessoas perguntavam “ o que estas fazendo ? “ por que soltais o jumentinho ?
Tem muitas pessoas que perguntam no mundo de hoje, porque não deixar pecar aos quem gostam ?
O que e muito importante neste trecho , como o jumento devia deixar Betânia a aldeia muito pobre e chegar ate a Jerusalém , nos também muitas vezes devemos deixar a nossa aldeia pobre esquecida cheia dos pecados pra chegar no Jerusalém . Podemos imaginar como o jumento ficou contente quando podia ver a grande cidade , quando ele viu que graças aos discípulos ele recebeu a oportunidade de mudar “ 0 endereço “ pra ter o futuro melhor.
Nos também muitas vezes precisamos os discípulos que nos ajudar a deixar as coisas que gostamos e que não são sempre muitos limpas .... precisamos dos discípulos que nos saltam e direcionam na boa estrada pra chegar também um dia no Jerusalém dos céu .
Gostou ?
Desejo pra vocês uma boa semana , cheia das benções .
Queridos amigos a Paz de Jesus pra todos !
Um abraço carinhoso
Roland

Os desculpe meu nível do português, quando se trata do português sou ainda como um burrinho .... e devo aprender ainda muito . J


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quinta-feira, 2 de abril de 2009

terça-feira, 31 de março de 2009

pensando ... meditando...rezando ...

Durante tudo o ano quando rezo, do lado da minha bíblia fica sempre um pedaço da carta pra pegar as anotações, as idéias que vem .

Pelo tríduo santo deste ano decidi de juntar alguns dos meus anotações e atualizar o blog vamos ver o que este trabalho vai dar ...

A quinta fira santa è o dia da instituição da eucaristia .... mas olhando o teste bíblico do João podemos ver um elemento muito significativo – a lavada dos pés .

Antes de partilhar com vocês alguns reflexões gostaria voltar no meu passado ...

Como alguns de vocês já sabem, passei 8 anos na comunidade na França junto com as pessoas portadores da doença mental.

Na nossa comunidade existia uma tradição, que durante o jantar da 5 feira santa no momento da sobremesa todas as pessoas deixavam a mesa e todos íamos juntos no salão a onde foi celebrada a lavada dos pés ..... como fez Jesus com seus discípulos.

Todos ficavam sentados num cerco e após a leitura do trecho do João 13.1-15 foi celebrada a lavada dos pés, um assistente lavou os pés a uma pessoa e depois a pessoa a quem foram lavadas os pés lavou de seguinte a seu visinho ....

Alguns destes celebrações muito fortes ficam gravadas na minha memória e voltam cada vez quando chegamos na páscoa.

Quando pensamos na lavada dos pés , no primeiro momento ficamos com um sentimento de surpresa..... cada um de nos pode imaginar como os apóstolos ficavam surpreendidos quando durante a ceia Jesus levantou-se da mesa, depôs as suas vestes e, pegando duma toalha, cingiu-se com ela. Em seguida, deitou água numa bacia e começou a lavar os pés dos discípulos e a enxugá-los com a toalha com que estava cingido. Chegou a Simão Pedro. Mas Pedro lhe disse: Senhor, queres lavar-me os pés!... jamais !

Olhando a reação do Pedro podemos perguntar: porque ? Ele, o discípulo de Jesus pra quem Jesus foi como um re não aceita que o mesmo re fica no seus pés .... pensei as vezes se eu fiquei no lugar do Pedro qual e podia ser a minha reação? Isto è um geste que fica ligado com os servos , com as pessoas quem são pra servir um geste muito difícil quase incompreensível para nos as pessoas quem vivem no século XXI.

Jesus quer manifestar se no pobre, Pedro falou não você não vai lavar meus pés ..... por este geste Jesus quer mostrar quem è Deus .

Temos na nossa mentalidade uma visão de Deus Poderoso, grande, que castiga, Deus quem fala não fazer isto o aquilo Deus castigador que esta esperando quando o homem vai cometer um pecado pra castigá-lo.

Jesus mostra um Deus que fica nos pés do homem , um Deus humilde. Jesus que fica nos pés do Pedro è a revelação do verbo quem voltou o homem no seio da Virgem Maria. Nos braços de mamai dele, o Jesus que falou a sua mãe : preciso de ti, preciso de teu amor , Jesus também foi pequeno e como cada criança Ele também precisava sentir o amor.

Se podemos entender a pergunta do Pedro , como è difícil entender as palavras de Jesus : Se eu não tos lavar, não terás parte comigo, nenhuma partilha, mesmo amizade , não sejas mais meu discípulo.

Mas deus fala eu preciso de ti, preciso de ti pra anunciar a boa nova, Jesus precisa de nos .

Pedro è muito bom, mas não esta ainda em comunhão com Jesus , como nos homens temos muitas figuras de Jesus gravadas na nossa mente mas as vezes não temos esta comunhão com ele .

Depois de lhes lavar os pés e tomar as suas vestes, sentou-se novamente à mesa e perguntou-lhes: Sabeis o que vos fiz? Vós me chamais Mestre e Senhor, e dizeis bem, porque eu o sou. Logo, se eu, vosso Senhor e Mestre, vos lavei os pés, também vós deveis lavar-vos os pés uns aos outros. Dei-vos o exemplo para que, como eu vos fiz, assim façais também vós.

Como è difícil tudo isto, o que ele quer dizer pra nos, ele nos fala que chegou para servir e não para ficar servido . E um geste de confiança, ache que cada um de nos deve fazer assim.

Anunciar a boa nova não è somente de dizer Jesus ti ama meu irmão , mas eu ti amo em nome de Jesus . Ele comeu na mesma mesa com os pecadores , a comunhão e não somente a generosidade. Entrar em relação com outro , Jesus fiz isto.

Com este gesto Jesus mostra que a autoridade não deve servir ao poder, mas o poder deve servir aos outros. Ajudar aos outros que eles descobrem que deus lhes ama , que eles são precioso pra ele . Mostrar a uma pessoa a verdadeira figura que fica escondida por dentro dela, quando vivia na comunidade junto com as pessoas doentes isto foi muito importante , fazer tudo porque a pessoa mesma começa acreditar que por dentro dela tem os valores, que ela mesma pode oferecer algo ao mundo que fica parado só no aspecto exterior.

Mas não precisa ficar portador de uma doença mental, tudo isto e também pra mim , pra você pra cada um de nos, olhar por dentro de nos e ver quem sou eu na verdade . pra fechar o argumento outra vez olhando o teste observei que são João fala do lava pés no momento a onde aos outros evangelistas falam da instituição da eucaristia como se a lava pés fosse um prolongamento da eucaristia .

Queridos tudo isto não e nenhuma grande exegese bíblica somente as minhas idéias quando estou meditando o texto bíblico .



terça-feira, 24 de março de 2009

terça-feira, 17 de março de 2009

carta do Papa bento XVI

precisa ler !



Carta do Papa sobre remissão da excomunhão aos bispos ordenados por Dom Lefebvre


CIDADE DO VATICANO, quinta-feira, 12 de março de 2009 (ZENIT.org).- Publicamos a carta que Bento XVI enviou aos bispos do mundo, em que explica as razões em torno da remissão da excomunhão aos bispos ordenados ilegitimamente em 1988 pelo arcebispo Marcel Lefebvre. A carta foi divulgada hoje pela Santa Sé.


CARTA DE SUA SANTIDADE BENTO XVI
AOS BISPOS DA IGREJA CATÓLICA
A PROPÓSITO DA REMISSÃO DA EXCOMUNHÃO
AOS QUATRO BISPO CONSAGRADOS
PELO ARCEBISPO LEFEBVRE

Amados Irmãos no ministério episcopal!

A remissão da excomunhão aos quatro Bispos, consagrados no ano de 1988 pelo Arcebispo Lefebvre sem mandato da Santa Sé, por variadas razões suscitou, dentro e fora da Igreja Católica, uma discussão de tal veemência como desde há muito tempo não se tinha experiência. Muitos Bispos sentiram-se perplexos perante um facto que se verificou inesperadamente e era difícil de enquadrar positivamente nas questões e nas tarefas actuais da Igreja. Embora muitos Bispos e fiéis estivessem, em linha de princípio, dispostos a considerar positivamente a decisão do Papa pela reconciliação, contra isso levantava-se a questão acerca da conveniência de semelhante gesto quando comparado com as verdadeiras urgências duma vida de fé no nosso tempo. Ao contrário, alguns grupos acusavam abertamente o Papa de querer voltar atrás, para antes do Concílio: desencadeou-se assim um avalanche de protestos, cujo azedume revelava feridas que remontavam mais além do momento. Por isso senti-me impelido a dirigir-vos, amados Irmãos, uma palavra esclarecedora, que pretende ajudar a compreender as intenções que me guiaram a mim e aos órgãos competentes da Santa Sé ao dar este passo. Espero deste modo contribuir para a paz na Igreja.

Uma contrariedade que eu não podia prever foi o facto de o caso Williamson se ter sobreposto à remissão da excomunhão. O gesto discreto de misericórdia para com quatro Bispos, ordenados válida mas não legitimamente, de improviso apareceu como algo completamente diverso: como um desmentido da reconciliação entre cristãos e judeus e, consequentemente, como a revogação de quanto, nesta matéria, o Concílio tinha deixado claro para o caminho da Igreja. E assim o convite à reconciliação com um grupo eclesial implicado num processo de separação transformou-se no seu contrário: uma aparente inversão de marcha relativamente a todos os passos de reconciliação entre cristãos e judeus feitos a partir do Concílio – passos esses cuja adopção e promoção tinham sido, desde o início, um objectivo do meu trabalho teológico pessoal. O facto de que esta sobreposição de dois processos contrapostos se tenha verificado e que durante algum tempo tenha perturbado a paz entre cristãos e judeus e mesmo a paz no seio da Igreja, posso apenas deplorá-lo profundamente. Disseram-me que o acompanhar com atenção as notícias ao nosso alcance na internet teria permitido chegar tempestivamente ao conhecimento do problema. Fica-me a lição de que, para o futuro, na Santa Sé deveremos prestar mais atenção a esta fonte de notícias. Fiquei triste pelo facto de inclusive católicos, que no fundo poderiam saber melhor como tudo se desenrola, se sentirem no dever de atacar-me e com uma virulência de lança em riste. Por isso mesmo sinto-me ainda mais agradecido aos amigos judeus que ajudaram a eliminar prontamente o equívoco e a restabelecer aquela atmosfera de amizade e confiança que, durante todo o período do meu pontificado – tal como no tempo do Papa João Paulo II –, existiu e, graças a Deus, continua a existir.

Outro erro, que lamento sinceramente, consiste no facto de não terem sido ilustrados de modo suficientemente claro, no momento da publicação, o alcance e os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. A excomunhão atinge pessoas, não instituições. Um ordenação episcopal sem o mandato pontifício significa o perigo de um cisma, porque põe em questão a unidade do colégio episcopal com o Papa. Por isso a Igreja tem de reagir com a punição mais severa, a excomunhão, a fim de chamar as pessoas assim punidas ao arrependimento e ao regresso à unidade. Passados vinte anos daquelas ordenações, tal objectivo infelizmente ainda não foi alcançado. A remissão da excomunhão tem em vista a mesma finalidade que pretende a punição: convidar uma vez mais os quatro Bispos ao regresso. Este gesto tornara-se possível depois que os interessados exprimiram o seu reconhecimento, em linha de princípio, do Papa e da sua potestade de Pastor, embora com reservas em matéria de obediência à sua autoridade doutrinal e à do Concílio. E isto traz-me de volta à distinção entre pessoa e instituição. A remissão da excomunhão era um provimento no âmbito da disciplina eclesiástica: as pessoas ficavam libertas do peso de consciência constituído pela punição eclesiástica mais grave. É preciso distinguir este nível disciplinar do âmbito doutrinal. O facto de a Fraternidade São Pio X não possuir uma posição canónica na Igreja não se baseia, ao fim e ao cabo, em razões disciplinares mas doutrinais. Enquanto a Fraternidade não tiver uma posição canónica na Igreja, também os seus ministros não exercem ministérios legítimos na Igreja. Por conseguinte, é necessário distinguir o nível disciplinar, que diz respeito às pessoas enquanto tais, do nível doutrinal em que estão em questão o ministério e a instituição. Especificando uma vez mais: enquanto as questões relativas à doutrina não forem esclarecidas, a Fraternidade não possui qualquer estado canónico na Igreja, e os seus ministros – embora tenham sido libertos da punição eclesiástica – não exercem de modo legítimo qualquer ministério na Igreja.

À luz desta situação, é minha intenção unir, futuramente, a Comissão Pontifícia «Ecclesia Dei»– instituição competente desde 1988 para as comunidades e pessoas que, saídas da Fraternidade São Pio X ou de idênticas agregações, queiram voltar à plena comunhão com o Papa – à Congregação para a Doutrina da Fé. Deste modo torna-se claro que os problemas, que agora se devem tratar, são de natureza essencialmente doutrinal e dizem respeito sobretudo à aceitação do Concílio Vaticano II e do magistério pós-conciliar dos Papas. Os organismos colegiais pelos quais a Congregação estuda as questões que se lhe apresentam (especialmente a habitual reunião dos Cardeais às quartas-feiras e a Plenária anual ou bienal) garantem o envolvimento dos Prefeitos de várias Congregações romanas e dos representantes do episcopado mundial nas decisões a tomar. Não se pode congelar a autoridade magisterial da Igreja no ano de 1962: isto deve ser bem claro para a Fraternidade. Mas, a alguns daqueles que se destacam como grandes defensores do Concílio, deve também ser lembrado que o Vaticano II traz consigo toda a história doutrinal da Igreja. Quem quiser ser obediente ao Concílio, deve aceitar a fé professada no decurso dos séculos e não pode cortar as raízes de que vive a árvore.

Dito isto, espero, amados Irmãos, que tenham ficado claros tanto o significado positivo como os limites do provimento de 21 de Janeiro de 2009. Mas resta a questão: Tal provimento era necessário? Constituía verdadeiramente uma prioridade? Não há porventura coisas muito mais importantes? Certamente existem coisas mais importantes e mais urgentes. Penso ter evidenciado as prioridades do meu Pontificado nos discursos que pronunciei nos seus primórdios. Aquilo que disse então permanece inalteradamente a minha linha orientadora. A primeira prioridade para o Sucessor de Pedro foi fixada pelo Senhor, no Cenáculo, de maneira inequivocável: «Tu (…) confirma os teus irmãos» (Lc 22, 32). O próprio Pedro formulou, de um modo novo, esta prioridade na sua primeira Carta: «Estai sempre prontos a responder (…) a todo aquele que vos perguntar a razão da esperança que está em vós» (1 Ped 3, 15). No nosso tempo em que a fé, em vastas zonas da terra, corre o perigo de apagar-se como uma chama que já não recebe alimento, a prioridade que está acima de todas é tornar Deus presente neste mundo e abrir aos homens o acesso a Deus. Não a um deus qualquer, mas àquele Deus que falou no Sinai; àquele Deus cujo rosto reconhecemos no amor levado até ao extremo (cf. Jo13, 1) em Jesus Cristo crucificado e ressuscitado. O verdadeiro problema neste momento da nossa história é que Deus possa desaparecer do horizonte dos homens e que, com o apagar-se da luz vinda de Deus, a humanidade seja surpreendida pela falta de orientação, cujos efeitos destrutivos se manifestam cada vez mais.

Conduzir os homens para Deus, para o Deus que fala na Bíblia: tal é a prioridade suprema e fundamental da Igreja e do Sucessor de Pedro neste tempo. Segue-se daqui, como consequência lógica, que devemos ter a peito a unidade dos crentes. De facto, a sua desunião, a sua contraposição interna põe em dúvida a credibilidade do seu falar de Deus. Por isso, o esforço em prol do testemunho comum de fé dos cristãos – em prol do ecumenismo – está incluído na prioridade suprema. A isto vem juntar-se a necessidade de que todos aqueles que crêem em Deus procurem juntos a paz, tentem aproximar-se uns dos outros a fim de caminharem juntos – embora na diversidade das suas imagens de Deus – para a fonte da Luz: é isto o diálogo inter-religioso. Quem anuncia Deus como Amor levado «até ao extremo» deve dar testemunho do amor: dedicar-se com amor aos doentes, afastar o ódio e a inimizade, tal é a dimensão social da fé cristã, de que falei na Encíclica Deus caritas est.

Em conclusão, se o árduo empenho em prol da fé, da esperança e do amor no mundo constitui neste momento (e, de formas diversas, sempre) a verdadeira prioridade para a Igreja, então fazem parte dele também as pequenas e médias reconciliações. O facto que o gesto submisso duma mão estendida tenha dado origem a um grande rumor, transformando-se precisamente assim no contrário duma reconciliação é um dado que devemos registar. Mas eu pergunto agora: Verdadeiramente era e é errado ir, mesmo neste caso, ao encontro do irmão que «tem alguma coisa contra ti» (cf. Mt 5, 23s) e procurar a reconciliação? Não deve porventura a própria sociedade civil tentar prevenir as radicalizações e reintegrar os seus eventuais aderentes – na medida do possível – nas grandes forças que plasmam a vida social, para evitar a segregação deles com todas as suas consequências? Poderá ser totalmente errado o facto de se empenhar na dissolução de endurecimentos e de restrições, de modo a dar espaço a quanto nisso haja de positivo e de recuperável para o conjunto? Eu mesmo constatei, nos anos posteriores a 1988, como, graças ao seu regresso, se modificara o clima interno de comunidades antes separadas de Roma; como o regresso na grande e ampla Igreja comum fizera de tal modo superar posições unilaterais e abrandar inflexibilidades que depois resultaram forças positivas para o conjunto. Poderá deixar-nos totalmente indiferentes uma comunidade onde se encontram 491 sacerdotes, 215 seminaristas, 6 seminários, 88 escolas, 2 institutos universitários, 117 irmãos, 164 irmãs e milhares de fiéis? Verdadeiramente devemos com toda a tranquilidade deixá-los andar à deriva longe da Igreja? Penso, por exemplo, nos 491 sacerdotes: não podemos conhecer toda a trama das suas motivações; mas penso que não se teriam decidido pelo sacerdócio, se, a par de diversos elementos vesgos e combalidos, não tivesse havido o amor por Cristo e a vontade de anunciá-Lo e, com Ele, o Deus vivo. Poderemos nós simplesmente excluí-los, enquanto representantes de um grupo marginal radical, da busca da reconciliação e da unidade? E depois que será deles?

É certo que, desde há muito tempo e novamente nesta ocasião concreta, ouvimos da boca de representantes daquela comunidade muitas coisas dissonantes: sobranceria e presunção, fixação em pontos unilaterais, etc. Em abono da verdade, devo acrescentar que também recebi uma série de comoventes testemunhos de gratidão, nos quais se vislumbrava uma abertura dos corações. Mas não deveria a grande Igreja permitir-se também de ser generosa, ciente da concepção ampla e fecunda que possui, ciente da promessa que lhe foi feita? Não deveremos nós, como bons educadores, ser capazes também de não reparar em diversas coisas não boas e diligenciar por arrastar para fora de mesquinhices? E não deveremos porventura admitir que, em ambientes da Igreja, também surgiu qualquer dissonância? Às vezes fica-se com a impressão de que a nossa sociedade tenha necessidade pelo menos de um grupo ao qual não conceda qualquer tolerância, contra o qual seja possível tranquilamente arremeter-se com aversão. E se alguém ousa aproximar-se do mesmo – do Papa, neste caso – perde também o direito à tolerância e pode de igual modo ser tratado com aversão sem temor nem decência.

Amados Irmãos, nos dias em que me veio à mente escrever-vos esta carta, deu-se o caso de, noSeminário Romano, ter de interpretar e comentar o texto de Gal 5, 13-15. Notei com surpresa o carácter imediato com que estas frases nos falam do momento actual: «Não abuseis da liberdade como pretexto para viverdes segundo a carne; mas, pela caridade, colocai-vos ao serviço uns dos outros, porque toda a lei se resume nesta palavra: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Se vós, porém, vos mordeis e devorais mutuamente, tomai cuidado em não vos destruirdes uns aos outros». Sempre tive a propensão de considerar esta frase como um daqueles exageros retóricos que às vezes se encontram em São Paulo. E, sob certos aspectos, pode ser assim. Mas, infelizmente, este «morder e devorar» existe também hoje na Igreja como expressão duma liberdade mal interpretada. Porventura será motivo de surpresa saber que nós também não somos melhores do que os Gálatas? Que pelo menos estamos ameaçados pelas mesmas tentações? Que temos de aprender sempre de novo o recto uso da liberdade? E que devemos aprender sem cessar a prioridade suprema: o amor? No dia em que falei disto noSeminário Maior, celebrava-se em Roma a festa de Nossa Senhora da Confiança. De facto, Maria ensina-nos a confiança. Conduz-nos ao Filho, de Quem todos nós podemos fiar-nos. Ele guiar-nos-á, mesmo em tempos turbulentos. Deste modo quero agradecer de coração aos numerosos Bispos que, neste período, me deram comoventes provas de confiança e afecto, e sobretudo me asseguraram a sua oração. Este agradecimento vale também para todos os fiéis que, neste tempo, testemunharam a sua inalterável fidelidade para com o Sucessor de São Pedro. O Senhor nos proteja a todos nós e nos conduza pelo caminho da paz. Tais são os votos que espontaneamente me brotam do coração neste início da Quaresma, tempo litúrgico particularmente favorável à purificação interior, que nos convida a todos a olhar com renovada esperança para a meta luminosa da Páscoa.

Com uma especial Bênção Apostólica, me confirmo

Vosso no Senhor

BENEDICTUS PP. XVI

Vaticano, 10 de Março de 2009.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

foi assim

foi assim o ano passado ..... a vida segue seu rumo...
este ano vou assistir a distancia com a televisao CN o Retiro do Carnaval na Cachoeira Paolista ,
rezando por aqueles que partecipam, que trabalham , que tocam a boa musica ... en fim por todos que vao ficar no semianrio de conchas pelo X Retiro .
Deus Abençoe !

domingo, 1 de fevereiro de 2009

hoje passou um ano !

Queridos meus amigos !!!

Hoje passou um ano do ultimo retiro do carnaval !

Ainda lembro-me as preparações.... o momento do ensaio da musica na capela são Benedito na praça ...

Meus últimos dias em Conchas ...

O grupo já chegou pra instalar a sono , Inês cantou .... os últimos preparativos ...

O enfeite do refeitório...... muitas gotas di água .....

Que maravilha !

Cada dia agradeço Deus que me deu a possibilidade de participar no retiro ,de conhecer muitas pessoas .... que ficam pra sempre no meu coração

Abraço pra todos !

RO!